domingo, 8 de novembro de 2009

MILO e CLAREMONT JUNTOS: X-MEN - RAGAZZE IN FUGA



NOVA E ESPERADA PUBLICAÇÃO DOS X-MEN
COM HISTÓRIA DE CHRIS CLAREMONT E DESENHOS DE MILO MANARA!

GLI INCREDIBILI X-MEN - RAGAZZE IN FUGA
In fumetteria & online
MARVEL ITALIA

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

NAZISMO EM ROLÂNDIA - PR





HAVIA TANTOS ALEMÃES NAZISTAS QUANTO ALEMÃES JUDEUS EM ROLÂNDIA

sábado, 25 de julho de 2009

o conhecimento das coisas que são

postar imagens do número de ouro.
hé gnosis ton ontos

terça-feira, 14 de julho de 2009

CadBlocos



PARA MEUS ALUNO DE AUTOCAD, DO SENAC-PR (E TODOS OS DEMAIS)
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O CADBLOCOS - BIBLIOTECA GRATUITA DE BLOCOS

quarta-feira, 1 de julho de 2009

CLIQUE PARA ACESSAR A NBR-9050/2004


SIA (Símbolo Internacional de Acessibilidade)

CAROS ALUNOS E COLEGAS:
ACESSO RÁPIDO À NBR-9050/2004

acessibilidade e design universal

Mesmo já tendo sido professor de acessibilidade (IST - UNIVEM) e ter cursado a disciplina de ERGONOMIA na Unesp-Bauru nunca fui preocupado em utilizar a NBR-9050 em todos os seus ítens - somente os mais relevantes. Um dos ítens que sempre desprezei foi o de chanfrar desníveis muito pequenos e superiores a 5mm. Sempre considerei 1 a 5 cm despreziveis para o uso de cadeira de rodas, baseado na observação de colegas cadeirantes, que conseguem transpor desníveis de até 15 cm. Mas não considerei que não poderia, como técnico que sou, nivelar a acessibilidade pela observação de poucos indíviduos sem qualificar o tipo de lesão e a capacidade da mobilidade individual. Culpa, creio eu, do velho hábito de querer universalizar a todos, pelo MODULOR ou pelo HOMEM VITRUVIANO. O universo platônico pode ser rompido pela simples vivência: não consegui transpor um desnível de menos de 10mm. Seguir a NBR9050 nào é se ater aos ítens mais relevantes. mas a todos os 1500 ítens que, ao todo, formam a NBR-9050.


video

quinta-feira, 18 de junho de 2009

para que servem os talheres?




para que servem os talheres?
para que servem os seres pensantes?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

STF derruba exigência de diploma para exercício da profissão de jornalista

"STF derruba exigência de diploma para exercício da profissão de jornalista"

Decisão atende pedido do MPF e de Sindicato das empresas de rádio e TV e foi vinculada no JN de 17/06/2009
A maioria dos ministros vota pelo fim da exigência de diploma para jornalista Gilmar Mendes vota pelo fim da exigência de diploma para jornalista Criada na ditadura, Lei de Imprensa previa prisões e multas para jornalistas Supremo revoga a Lei de Imprensa Joaquim Barbosa participa de sua primeira sessão após bate-boca no STF
Olhem só o nível intelectual da discussão:

"Em seu voto, Gilmar Mendes sugeriu que os próprios meios de comunicação exerçam o mecanismo de controle de contratação de seus profissionais. Ele comparou ainda a profissão de jornalista com a de chefe de cozinha. “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”, comparou."

“O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores”, acrescentou Mendes, que disse acreditar que a decisão desta quarta não irá contribuir para o fechamento de faculdades de Comunicação Social"

Fantástico, não?.

tem mais:

(..) " acrescentou que o jornalismo é uma profissão que não depende de qualificação técnica específica. “É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo”, afirmou Gasparian".

Já o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, expressou que a obrigatoriedade do diploma seria em obstáculo à liberdade de expressão . “Não fazemos apologia contra atividade educacional regular, mas não podemos fechar os olhos à capacidade de as pessoas se qualificarem para essa atividade, que exige conhecimento multidisciplinar”, disse.

Agora todos nós podemos ser jornalistas. não é ótimo? o desempregado pode sem vergonha, quando questionado sua ocupação, dizer: jornalista!

Qual o próximo passo da elite desintelectual deste país?


Eu proponho que o próximo passo seja acabar com todas as profissões:
arquiteto
advogado
médico
engenheiro
(...)
e seja o que deus quiser.

Ass. Arquiteto Rafael e agora jornalista pois qualquer um pode ser.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

LONDRINA - FOTOS HISTÓRICAS


A MONUMENTAL - quando ainda era monumental - CONCHA ACÚSTICA DE LONDRINA. sem as edificações ao seu redor. FOTOS: YUTAKA YASUNAKA


MONUMENTO DE DEMARCAÇÃO DA ENTRADA DE LONDRINA. HOJE AV. BRASÍLIA COM ARAGUAIA (VILA NOVA). CLARO QUE FOI DEMOLIDA. EXISTE UMA RÉPLICA EM MENOR ESCALA PRÓXIMO AO MONUMENTO À BÍBLIA - QUE AINDA NÃO FOI DEMOLIDO - NA SOUZA NAVES. FOTOS: YUTAKA YASUNAKA



VISTA DA CATEDRAL NEO-GÓTICA E VISTA PARCIAL DO BOSQUE QUANDO AINDA ERA APENAS UMA PRAÇA. AOS FUNDO PERCEBE-SE O "PEROBAL" - FUTURA U.E.L. O CALÇADÃO AINDA ERA A AV. PARANÁ. TEMOS JIPES E PÉ-DE-BODES ESTACIONADOS AO LONGO DA AV. PARANÁ. ESTIMA-SE QUE SEJA LONDRINA - PR POR VOLTA DE 1950. A CATEDRAL FOI DEMOLIDA PARA DAR LUGAR À INEXPRESSÍVEL CATEDRAL MODERNISTA FOTOS: YUTAKA YASUNAKA

quarta-feira, 3 de junho de 2009



Tênis feito de Lona e Borracha para uso no Baskette desde 1917, da marca CONVERSE, que pertence, hoje em dia, à NIKE.

escrever mais sobre o ícone all star...

LUCAS FUNARI




Lucas Funari é um grande amigo, publicitário, professor, designer, cantor, compositor, poeta, irmão. Dias desses me deparei com um site simples, poético, instigante e fabuloso. Aliás, como ele.
Que falta me faz o café semanal e conversas afiadas com o Grande irmão EL REI...

Café Espacial # 4 e Café Espacial # 5





Saiu NOVO número da Revista Café Espacial, organizados pelos sempre extraordinários Sérgio Chaves, que assina a Seção Café literário; e Lídia Basoli, a jornalista pró-cultura alternativa, com a Seção Cafeína Pura.
O preço é o mesmo: R$5,00 mais R$1,00 para despesas postais.
mais informações no site da café:
http://cafeespacial.wordpress.com

sexta-feira, 10 de abril de 2009

árvore sintética - captura de co2


Árvores sintéticas para a captura de CO2 do ar
Postado no Janeiro 9, 2008 por Daniel


Segundo dados do IPCC, os principais gases do efeito estufa são o vapor d’água (responsável em cerca de 36-70%), o dióxido de carbono (que causa entre 9 e 26%), o metano (responsável por 4-9%), o ozônio (entre 3 e 7%) e também o hexa fluoreto de enxofre (SF6). Com esses dados em mente e com a preocupação de diminuir as concentrações de CO2 na atmosfera, Klaus Lackner, professor de Geofísica da Columbia University, está trabalhando em um interssante conceito para resolver esse problema: árvores sintéticas.

A idéia é reproduzir o processo de fotossíntese para capturar e armazenar quantidades expressivas do gás carbônico. Cerca de 90.000 toneladas de CO2 por ano - aproximadamente o emitido anualmente por 15.000 automóveis - poderiam ser capturadas pela estrutura. Além disso, a árvore seqüestradora de carbono poderia gerar cerca de 3 megawatts, tornando sua operação auto-suficiente em energia.

A estrutura - semelhante a um gigantesco mata-moscas - agiria como uma espoja gigantesca para sugar o dióxido de carbono. A árvore sintética teria aproximadamente 300 metros de altura e ocuparia uma área equivalente a de um campo de futebol. Uma solução de hidróxido de sódio presente nas hastes internas seria responsável pela captura do CO2 presente no ar.

Segundo Klaus Lackner,

A eficiência desse sistema seria superior a de uma árvore natural. Podemos, com o uso dessa tecnologia, coletar uma fração signficativa do carbono presente no ar.

A vantagem no uso desse sistema é que ele seria capaz de remover o CO2 independente de onde ele estiver sendo gerado - carros, aviões, indústrias, termoelétricas. Nenhuma outra tecnologia para a captura do carbono existente atualmente poderia ser utilizada para a remoção de CO2 gerado por fontes móveis, como automóveis e aviões.

Via wattwatt

fonte: http://ecotecnologia.wordpress.com/2008/01/09/rvores-sintticas-para-a-captura-de-co2-do-ar/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

VIolet


VIolet

Desenvolvimento de Software:
VIolet – um Editor de Conteúdos para OER

Certo Domingo, Estávamos conversando com o Mucheroni sobre as coisas da vida e acabamos por elaborar o ícone do VIolet - o editor de conteúdos para LINUX que ele e seus alunos estavam desenvolvendo.

http://www.eca.usp.br/departam/cbd/mmucheroni/
http://www.wlinfo.com.br/VIolet/

IMPRESSION AUTODESK.


ESTUDO DE PROJETO PARA O ED. GREEN BOULEVARD, EDITADO PELO IMPRESSION AUTODESK.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

PORTFÓLIO - AIA





ALMOXARIFADO E DEPÓSITO DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS DO DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS - CCA - UEL

Coordenadores:
Rafael Rodrigues - Arquitetura
Denise Borges - Design de Interiores

AIA - LONDRINA
rafael@aiaarquitetos.com.br
www.aiaarquitetos.com.br

Execução
Rafael Wittmann - Engenharia
WM ENGENHARIA

PORTFÓLIO AIA






Projeto para UEL - LABORATÓRIO DE INSPEÇÃO E QUALIDADE DO LEITE DO NORTE DO PARANÁ.



Projeto para UEL - SALA DE ORDENHA DO CENTRO MESORREGIONAL DE EXCELÊNCIA E TECNOLOGIA DO LEITE DO NORTE DO PARANÁ.


Coordenação: Rafael Rodrigues
rafael@aiaarquitetos.com.br
AIA-Londrina
www.aiaarquitetos.com.br

PORTFÓLIO b-r arqui-design - ZÉLIA MAFIOLETTI




Edificação Mista. Galeria Comercial e Residência Unifamiliar. Em Londrina - PR

Coordenadores:
Rafael Rodrigues - Arquitetura

Rafael Wittmann - Engenharia

Denise Borges - Design de Interiores

PORTFÓLIO b-r arqui-design - Rafael Wittmann



Projeto Residêncial Rafael Wittmann, em Londrina - PR

Coordenadores:
Rafael Rodrigues - Arquitetura
Denise Borges - Design de Interiores

Complementar: Rafael Wittmann

PORTFÓLIO b-r arqui-design - Renata Barbosa.



Projeto Residêncial Renata Barbosa. Em Marília - SP.
Coordenadores:
Rafael Rodrigues - Arquitetura
Denise Borges - Design de Interiores

PORTFÓLIO b-r arqui-design - TAPIOCA



Projeto TAPIOCA. Lanchonete de comidas típicas da Bahia. Em Marília-SP

Coordenadores:
Rafael Rodrigues - Arquitetura
Denise Borges - Design de Interiores

Colaboradores:
Designers de Interiores: Júlio César Vieira e Pamela Lima Baldo.

PORTFÓLIO b-r arqui-design - Clínica Médica








Projeto de Clínica Médica em Londrina - PR

Materiais:
-Tijolos com assentamento empilhado
-Números de concreto pré-fabricado
-Petit-pavet bege mesclado com branco

Paisagismo:
- Grama Esmeralda
- 2 Plameiras Cicas
- 1 Palmeira Fênix
- Trepadeira Sete Léguas
- Aguapanto lilás

Homo sapiens sintético



O Homo neanderthalensis é uma espécie que exisitu entre -300.000 e -25.000 anos atrás. Ou seja coexisitiu e provavelente copulou conosco. Era mais forte que nós e tinha um cérebro um pouco mais volumoso.
Quando os humans modernos surgiram, por volta de 200.000 anos atrás começou a competição entre as espécies. ë possível que a espécies se cruzaram e a humanidade moderna é resultado desses cruzamentos.

Palestra de Meio Ambiente e Eco-Design na BRUNNSCHWEILER - Air technology for paper industry












Neste último dia 14/11 realizei palestra de Meio Ambiente e Eco-design na BRUNNSCHWEILER - Air technology for paper industry de Marília - SP, no evento denominado V - SIPAT 2008, direcionado aos funcionários. Segue abaixo resumo da palestra: Os Homo sapiens devem ter pelo menos 200 mil anos de existência. Viveram sem saber fazer fogo por mais 150 mil anos. Souberam morar em casas, de pedra, e parecidas com as nossas, como as encontradas em Skara Brae. "Inventaram" a escrita há pouco mais de 6 mil anos. Há meros 200 anos construiram máquinas a vapor e começa aí a Revolução Industrial. Sempre tratamos a Natureza como propriedade nossa, para nosso uso-fruto ilimitado. Porém, hoje, O planeta pede socorro. Em oposição ao desenvolvimento desenfreado devemos re-pensar nossas atitudes pois as matérias-prima e fontes de energia estão se esgotando. Mais do que isso não sabemos mais o que fazer com tamanho volume de resíduos indutriais e urbanos. devemos re-pensar o modo de produção através de outro paradigma: a sustentbilidade. Como estratégia, a Eco-Rio cria o termo ECODESIGN para os novos produtos. A mudança não dependerá de um único ser, ou líder, ou do governo, ou do donos de randes corporações. A mudança se iniciará através de cada um de nós. Pelas nossas mudanças de hábito de consumo impulsionaremos o mundo através de outro caminho. Apresentei o Ciclo de vida de um produto de Design: obtenção da matéria-prima, fabricação, distribuição, consumo e descarte final. Defini Resíduos (Resíduos x Lixo). Apresentei as estratégias do ecodesign e a responsabilidade ambiental.
Passei os vídeos abaixo:

A História das Coisas - parte 1 e 2.
Uma hora volta para você - WWF Brasil

Café Espacial #3


ACEITA MAIS UM CAFÉ?



A edição número 3 da revista Café Espacial, criação do editor de fanzines Sergio Chaves, está saindo do forno com muitas novidades. E prêmios!

Não era para esperar menos do que isso: com uma edição nova, mais páginas e colaboradores de todo o Brasil, a terceira edição da revista Café Espacial pode ser considerada uma nova opção para quem gosta de ler sobre cultura em Marília.

As madrugadas trabalhando na produção da revista, as colaborações e as novidades fazem da Café Espacial # 3 um projeto pioneiro na cidade, e que está se consolidando aos poucos devido à dedicação do trabalho.

O destaque da revista Café Espacial #03 (60 páginas, R$ 5,00) fica por conta da ampliação do trabalho com quadrinhos. Cinema, fotografia, contos e entrevistas também estão no cardápio da nova edição. A matéria com a trupe musical d’O Teatro Mágico merece destaque, além da participação de novos colaboradores.

“A gente visa trabalhar quadrinhos, cultura, literatura, cinema e artes tudo num espaço só, para que as pessoas possam ler a revista e além de aprender, gostar do que está lendo”, diz Sergio Chaves, editor da revista.

A iniciativa da Café Espacial surgiu em outubro do ano passado, quando o premiado fanzine Justiça Eterna Zine estava com oito anos de produção. A partir dali, Chaves pensou em uma nova proposta que trabalhasse também os quadrinhos, mas que envolvesse novas artes.

“Eu continuo o trabalho com o fanzine, de forma descompromissada, mas a revista tem uma proposta mais profissional, amadurecida, que aos poucos estamos conseguindo atingir e isso nos agrada muito”, ressalta Chaves, que trabalha com a jornalista Lídia Basoli na edição da revista.

Apesar da falta de incentivo em produções culturais, Sergio Chaves acredita na importância de desenvolver uma revista com novos segmentos de arte para um público que gosta de uma material realmente alternativo ao que temos por aí.

"Até o momento não contamos com nenhum tipo de patrocínio ou apoio de terceiros. Mas isso não fez com que desistíssemos. Muito pelo contrário. Estamos consolidando nossas idéias e batalhando para conquistarmos nosso espaço, ao lado de pessoas que apreciam e acreditam no nosso trabalho", ressalta.

Mesmo sem patrocinadores, a revista tem feito sucesso porque é um trabalho que busca publicar manifestações artísticas. Mas Chaves afirma que a revista está aberta tanto a colaboradores quanto à parceria e patrocinadores.

"Temos um projeto viável que não sai um absurdo para um patrocinador interessado. Estamos buscando parceiros para que esse sonho, essa vontade que temos de fazer a revista não acabe por pura falta de colaboração", conclui.

E parece que com essa garra, a revista já está rendendo bons frutos. A edição 2 foi lançada na Livraria HQ Mix em São Paulo em maio com boas vendas e teve a indicação como Melhor revista independente para o Troféu HQMix, a maior premiação de quadrinhos do Brasil, que ocorreu em julho no Sesc Pompéia, também em São Paulo.

“Participar da premiação foi muito bom para nós e conseqüentemente, para a revista. Fazemos parte de um grupo de quadrinhistas chamado Quarto Mundo que estava também no evento. Com isso, podemos trocar novas idéias e conhecer pessoas do ramo, o que foi muito gratificante”, cita Chaves.

Apesar de não terem levado o prêmio na indicação do Troféu HQMix, a participação foi intensa no evento com venda de revistas e fanzines. E, recentemente, a revista Café Espacial recebeu o Troféu Bigorna de melhor revista independente concedido pelo site especializado em quadrinhos http://www.bigorna.net/.

De acordo com o site, “o Portal Bigorna.net resolveu criar o Troféu Bigorna para contemplar todo ano alguns profissionais das histórias em quadrinhos brasileiras, em diversas categorias, cujo trabalho ou carreira tenha tido destaque ou simplesmente pela competência e inegáveis bons serviços prestados para os Quadrinhos”.

A revista Café Espacial ganhou o troféu como melhor revista independente e receberá o prêmio no final do mês de novembro em São Paulo.

“Para nós, ganhar esse troféu foi muito importante porque é o reconhecimento do nosso trabalho elaborando uma boa revista, não pra nós mesmo, mas para um público que aprecia o nosso trabalho. E para fazer uma boa revista, nossos colaboradores foram essenciais. O prêmio é de todos nós”, afirma Lídia Basoli.

O site Bigorna destaca o trabalho de Sergio Chaves da seguinte maneira:

“Serginho, o pequeno notável, com seu tamanho econômico surpreende pela grandeza de sua empreitada. Há anos fazendo fanzines por pura paixão, sem lucrar um tostão, Sérgio burilou seu trabalho de editor até chegar a um nível profissional competentíssimo. De todas suas edições, Café Espacial foi a que se destacou mais rápido, pela qualidade de seus colaboradores. Começa pelas capas, sempre impecáveis, passando pelas ótimas histórias e desenhos. Tudo impecavelmente regido pelo maestro Sérgio, claro. Este prêmio vem com o ensejo de adoçar ainda mais esse saboroso café que o Maitre Sérgio vem nos servindo com toda competência e talento. Bom apetite a todos!”

Assim, o troféu vem como um incentivo para que o trabalho continue. E para que a Café seja cada vez mais apreciada por todos, afinal, um cafezinho sempre vai bem nas conversas com os amigos...


Em Marília há quatro pontos de venda da revista, um na loja London Loop (que fica no box 20 do Mercadão), no estúdio Cacau9scola (Rua Manuel Santos Cheira 182 - Jd.Araxá - rua principal do campus universitário), no estúdio Electra Bazar (ao lado do MAC ) e na Revistaria Espaço HQ (Av. Independência, n°143 - Jd. Marília).

Mas os pedidos também podem ser feitos através do email cafeespacial@gmail.com .

As cartas também são boas opções e podem ser enviadas para Caixa Postal 12, Vera Cruz/SP, 17560-970.

CONTATOS:

Lidia Basoli
(14) 8127 1158
lidiabasoli@yahoo.com.br

Sergio Chaves
(14) 9601-0929
e-mail: cafeespacial@gmail.com.
Caixa Postal 12, Vera Cruz/SP, 17560-970

Fotolog: http://fotolog.com/cafeespacial
Site: http://cafeespacial.com

domingo, 25 de maio de 2008

café espacial indicado ao prêmio HQMIX de 2008

Foram divulgados os indicados para o 20º Troféu HQMix, considerado “o oscar dos quadrinhos no Brasil”. A grande novidade deste ano foi a ampliação das categorias de publicações independentes. Ao todo são quatro categorias agora.

A entrega do Troféu HQMix deste ano irá ocorrer no dia 23 de julho, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Confiram a seguir os indicados à categoria Publicação Independente de Grupo:

25) Publicação Independente de Grupo
Café Espacial #1
Nanquim Descartável # 1
Bongolé Bongoro # 2
Quadrinhópole # 4
Cão # 2
Garagem Hermética # 3
O Contínuo #6

Parabéns à todas as publições independentes. Parabéns especial ao Sérgio e à Lídia!

acompanhem: www.hqmix.com.br/

sexta-feira, 23 de maio de 2008

OFICINA DE CHORO


LOGOTIPO DA OFICINA DE CHORO:

sexta-feira, 18 de abril de 2008

CAFÉ ESPACIAL

A revista CAFÉ ESPACIAL é uma publicação independente, aperiódica, lançada no final de 2007.Lançamento: Café Espacial nº02Quadrinhos de Allan Ledo, Eder Saragiotto, Mario Cau, Laudo e Barbara Stracke, e Samanta Flôor.Entrevista com o escritor Daniel Galera, co-criador da Livros do Mal.Fotografias de Paula Mello.Artigos "Mais uma dose", por Talita Prado, e "DiaboA4", por Lidia Basoli e Rafael Rodrigues.Entrevista com a banda The Dead Rocks, com seu surf music/rockabilly alucinante!Contos de Lean Basoli, Laudo e Filipe Teixeira.
60pags, formato 14x21cm, R$ 5,00 (+ postagem)E já conferiu nossa 1ª edição?
Acesse http://www.cafeespacial.com/Histórias em quadrinhos (HQs), contos, entrevistas, resenhas, artigos, bandas independentes, artes em geral.
SITE:http://cafeespacial.com/ (em construção)
COMUNIDADE NO ORKUT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33346587
Contatos: compras@cafeespacial.com e cafeespacial@gmail.com
Ilustração: capa da edição nº02, ppor Samanta Flôor.

MAIS UM CAFÉ, POR FAVOR?
O editor de fanzines premiados no Brasil, Sergio Chaves, lança a segunda edição da revista Café Espacial

Depois de madrugadas adentro, sugestões da equipe da revista, muita troca de emails e uma boa dose de vontade, o roteirista, quadrinhista e editor de revista Sergio Chaves e a jornalista Lídia Basoli lançam a segunda edição da revista Café Espacial (60 páginas, R$ 5,00). Um projeto pioneiro em Marília e região.
Sergio Chaves é roteirista, colaborador de sites sobre quadrinhos e editor do fanzine premiado em todo o país e também no exterior Justiça Eterna. Lídia Basoli é jornalista, professora de comunicação e apaixonada por divulgação cultural. Assina as colunas Textos e Traços do fanzine Justiça Eterna e Diabo a 4, junto com o arquiteto Rafael Rodrigues, na revista Café Espacial.
"Acreditamos em um projeto como esse pela relevância em divulgar cultura. É um projeto contínuo de paciência e amor aos quadrinhos, à arte e à literatura. Temos prazer em fazer isso por Marília e região", enfatiza Chaves.
A revista Café Espacial conta agora com um novo designer, capa colorida e novas sessões. Desde o lançamento da primeira edição, Chaves diz que sua visão editorial amadureceu consideravelmente."Nós estamos tentando valorizar novas propostas e novos conceitos em efeitos de leitura. Queremos proporcionar uma revista não só com um ótimo conteúdo cultural, mas também uma alternativa para o leitor diante de inúmeras publicações", diz.
A segunda edição da revista Café Espacial, além dos quadrinhos, contos, crônicas, fotografia, textos e entrevistas, traz para o leitor quem são os colaboradores da revista e também dicas de discos interessantes, e quadrinhos alternativos.
A ousadia característica de Sergio Chaves é o que permite a esse roteirista e fanzineiro ter novas e boas idéias e colocá-las em prática. E ele não esconde o orgulho em divulgar mais um de seus projetos que com certeza, será bem reconhecido.
"Temos carência de projetos ousados que visem falar do lado cultural de Marília e região de uma maneira agradável para um público que busca na cultura a força para continuar acreditando. Buscamos elevar a informação a um nível em que o leitor busque querer saber mais sobre determinados assuntos", acrescenta Lídia.
A Café Espacial é uma publicação independente, sem fins lucrativos, que tem a intenção de registrar e resgatar a força e o potencial cultural das histórias em quadrinhos, da literatura, contos e entrevistas. Enfim, das artes como um todo.
"Quisemos implementar um projeto interessante sobre quadrinhos, arte e literatura, que vise a divulgação da cultura como fim, para assim construirmos uma sociedade que tenha na criatividade o seu ponto forte", ressalta Chaves.
A Café Espacial é fruto de um esforço coletivo, onde todos os envolvidos colaboraram de maneira direta e sem visar o lucro, enfatizando apenas a divulgação da cultura.
Esta segunda edição conta com a colaboração de diversos artistas, não só da nossa região, mas também de outros Estados. As seções de HQs e contos continuam com o mesmo destaque, a seção Diabo A4 prossegue retratando de forma crítica e divertida a história literária e situações do nosso cotidiano.
Tem também a estréia da seção "Arte revelada" que traz texto e fotografias de Paula Mello. As entrevistas da edição o escritor Daniel Galera (co-criador da Livros do Mal e também de "Mãos de cavalo" – Ed.Objetiva) e a banda The Dead Rocks, com seu surf music/rock'n'roll eletrizante.
"Todos que participaram tanto da primeira quanto da segunda edição, fizeram isso por amor e por acreditar que um projeto como esse é viável e pertinente na sociedade onde vivemos", diz.
Como a falta de incentivo é uma das características do Brasil, Sergio Chaves reafirma o comprometimento e a importância em trabalhar uma revista que tem uma relevância cultural.
"Não termos patrocínio nem apoio não fez com que desistíssemos. Muito pelo contrário. Cada vez mais queremos fazer a nossa Café Espacial, que agora não é mais nossa, mas sim daqueles que acreditam que podemos fazer mais", ressalta.
Mesmo sem patrocinadores, a revista tem feito sucesso porque é um trabalho de dia a dia, na busca incessante em melhorar cada vez mais. Contudo, Chaves afirma que a revista está aberta tanto a colaboradores quanto à parceria e patrocinadores.
"Temos o projeto no papel e nas duas edições da revista. Se houver possíveis parcerias ou patrocinadores, será bem-vindo. Estamos fazendo tudo na raça mesmo, com o combustível da vontade", conclui.Em Marília há quatro pontos de venda da revista, um na loja London Loop (que fica no box 20 do Mercadão), no estúdio Cacau9scola (Rua Manuel Santos Cheira 182 - Jd.Araxá - rua principal do campus universitário), na revistaria Ler & Saber (Rua 9 de julho, 1121) e na Revistaria HQ (Av. Independência, n°143 - Jd. Marília).
Mas os pedidos também podem ser feitos através do email cafeespacial@gmail.com.
As cartas também são boas opções e podem ser enviadas para Caixa Postal 12, Vera Cruz/SP, 17560-970.
CONTATOS:
Lidia Basoli
(14) 8127 1158
lidiabasoli@yahoo.com.br
Sergio Chaves
(14) 9601-0929
e-mail: cafeespacial@gmail.com.
Caixa Postal 12, Vera Cruz/SP, 17560-970
Fotolog: http://fotolog.com/cafeespacial
Site: http://cafeespacial.com

sábado, 12 de abril de 2008

III SEMANA DO CHORO


Este era para ser o flyer da III SEMANA DO CHORO. Acabou ficando uma versão miniatura do cartaz. o que ficou ótimo também. Mas para quem ficou na curiosidade, esse é o flyer que não foi.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

CECAP-MARÍLIA


REFORMA DE INTERIORES DE UM APARTAMENTO DO CECAP, EM MARÍLIA. DE AUTORIA DE ARTIGAS E MENDES DA ROCHA. OS HABITANTES DO CECAP MUDARAM SEU PERFIL: HOJE EM DIA SÃO MAIS CLASSE B E C. AO MENOS EM MARÍLIA...

domingo, 6 de abril de 2008

III SEMANA DO CHORO EM LONDRINA


CARTAZ DA III SEMANA DO CHORO DE LONDRINA, REALIZADO PELA MUSICISTA ROSANA DE MORAES, REPRESENTANTE DA OFICINA DE MÚSICA. TODA A COMUNICAÇÃO VISUAL FOI FEITA POR NÓS.


CAFÉ DO FEIRANTE - MARÍLIA UNIDADE RUA SÃO LUÍS


Fachada do Café do Feirante, da Rua São Luís, em MArília-SP. o CAFÉ Reinaugurou agora em julho. Veja imagens do programa "Sua Casa & Você" : http://www.suacasaevoce.com.br/pop_video.php?v=cafedofeirante06-07-2008.wmv
produção do vídeo ao Sua Casa e VocêProduções Artísticas Ltda.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A situação do Patrimônio Histórico-cultural em Marília

A situação do Patrimônio Histórico-cultural em Marília (em 2003).

Patrimônio Histórico-cultural não é apenas o objeto tombado, como pensam muitos. Segundo Carlos A. C. Lemos em “o que é patrimônio histórico”, Patrimônio é um sistema de três questões: o artefato produzido pelo ser humano; o conhecimento pelo qual o artefato foi produzido; o meio ambiente, os recursos naturais que o sítio proporciona. O patrimônio, também não deve agradar apenas a uma classe de profissionais (artistas, historiadores, arquitetos...) e sim a todo o conjunto. Mais que ter um objeto inerte e estéril para todo sempre a ser vislumbrando pelas sociedades futuras é ter preservado o conjunto de pensamentos e emoções dessas sociedades. Podemos classificá-las como conjunto de expressões coletivas (manifestações culturais consolidadas) como: bumba-meu-boi, a procissão do Círio de Nazaré, a capoeira e a própria língua portuguesa, por exemplo. Constituímos então dois tipos de Patrimônio: Patrimônio Material e Patrimônio Imaterial. O Patrimônio Material são objetos, como quadros e monumentos, as edificações e o conjunto delas, como são o caso do Plano Piloto de Brasília e o município de Ouro Preto ou mesmo a região da Luz em São Paulo (Pinacoteca do Estado, a Estação da Luz, o Jardim da Luz, o Museu de Arte Sacra, a Estação Júlio Prestes). O patrimônio Imaterial, segundo legislação vigente, não será tombado, mas registrado em quatro livros diferentes: o Livro de Registro dos Saberes, de Celebrações, das Formas de Expressão e do Registro de Lugares; conforme decreto de número 3.551 do então presidente da república Fernando Henrique Cardoso e do então ministro da cultura Francisco Weffort. Com o intuito de preservar a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira.
Talvez hoje se fale tanto em preservar, porque o ser humano está diante de uma possível massificação cultural, diante de um conceito deturpado do original, conhecido como globalização. Há uma ânsia por registrar os vários estágios que nós, humanos, passamos. E registrar é sinônimo de preservar. E “Preservar também é gravar depoimentos, sons, músicas populares e eruditas... manter vivos, mesmo que alterados usos e costumes populares. É fazer, também, levantamentos, levantamentos de qualquer natureza, de sítios variados, de cidades, de bairros, de quarteirões significativos dentro do contexto urbano. É fazer levantamentos de construções, especialmente aquelas sabidamente condenadas ao desaparecimento decorrente da especulação imobiliária”.
A catalogação de manifestações culturais da população brasileira começou quando Mário de Andrade fez sua famosa expedição cultural pelo nordeste brasileiro na década de 30 (ato que preconizou a criação do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), mas não era comum falar sobre o interesse pelo “Patrimônio Ambiental Urbano”. Atualmente o mesmo espírito expedicionário que Mário de Andrade fez pelo nordeste acontece no ambiente urbano já consolidado.
No município de Marília não convém falar em Patrimônio Material único, mas sim no conjunto desses edifícios (p. ex.: a preservação de apenas um edifício com fachada Art Déco provavelmente não é justificável, mas a preservação de todo o ambiente urbano como uma rua ou mesmo uma quadra qualifica o espaço urbano). Provavelmente, pela perda de vários edifícios significativos seria aconselhável registrar o que ainda persiste. O centro comercial do município ainda tem uma característica tipológica de uso que outras cidades do mesmo porte há muito perderam para os grandes Magazines, Supermercados e Shoppings. É o comércio vivo e forte nas ruas, com suas “casas” tradicionais: Chapelarias, Empórios, Armazéns, Mercados, Charutarias, Casas de botões, Armarinhos, Selarias e todos os demais comércios semelhantes que qualificam a vida urbana desse município de maneira única na região, comércios como estes que praticamente não existem mais nos grandes centros.

A situação do Patrimônio Histórico-cultural em Marília atualmente.
A paisagem urbana do Município de Marília não está muito diferente. Não existe nenhum novo edifício significativo no contexto urbano, porém alguns deixaram de existir. Talvez a perda mais significativa seja o Hotel São Bento, segundo alguns o primeiro hotel de alvenaria do município.
Em breve os resquícios da sede local da I.R.F.Matarazzo (Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo) e sua torre imponente poderão igualmente desaparecer. Embora o processo de tombamento 26030/88 defina que os prédios devam ser preservados a partir da resolução estadual de 18 de dezembro de 1992, pouco foi feito para sua preservação. O complexo consta do livro Patrimônio Cultural Paulista - Bens Tombados 1968/1998, publicado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo).
Recentemente uma decisão judicial autoriza a demolição das ruínas e da torre, contradizendo a resolução estadual. Os motivos alegados foram que os prédios têm apenas valor simbólico e que estão em ruínas.
Talvez seja correto afirmar que tombar não é preservar, mas é também correto que um tombamento não é sinônimo de prejuízo, desde que aliado a política de preservação. O tombamento é a primeira ação para preservar o bem tombado. Naturalmente outras ações devem seguir o tombamento. Porém que fique claro algumas questões sobre tombamento deve vir à tona: uma vez que uma edificação é tombada nada e ninguém poderá desfazer o tombo. Segundo o Decreto-Lei Nº 25 de 30 de Novembro de 1937, capítulo II, artigo 10:
“O tombamento dos bens, a que se refere o art. 6º desta lei, será considerado provisório ou definitivo, conforme esteja o respectivo processo iniciado pela notificação ou concluído pela inscrição dos referidos bens no competente Livro do Tombo”.
É natural que as indústrias estejam em estado de ruína porque nada (ou muito pouco) foi feito nesses últimos 20 anos de abandono. Também é importante registrar que a (boa) Arquitetura é perene e inestimável. Seu valor artístico, segundo Vilanova Artigas, é muito além do desgaste do material, subsistindo até em ruínas o seu valor espiritual, como por exemplo, os templos gregos ou as pirâmides do platô de Gizé. Toda a edificação preservada ou tombada tem valor simbólico, pois é através do símbolo e de nosso conhecimento das gerações passadas é que podemos construir as gerações futuras. Se as Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo não tiverem valor simbólico para o Estado de São Paulo, o que seria então o Estado de São Paulo?

Arquiteto e Professor Rafael Rodrigues de Moraes.
IST-UNIVEM
rafael@univem.edu.br

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

AS FOTOS DO FALSÁRIO


PONTO DE FUGA


MOSAICO, SOMBRA E LUZ


A CURVA


O INFINITO FIM.

sábado, 27 de outubro de 2007

PORTFOLIO b-r arqui-design

FACHADA PRINCIPAL DE CAFÉ DO FEIRANTE - EM FRENTE AO H.C. - EM MARÍLIA -SP.

ESTE PROJETO É O PILOTO DE FRANQUIAS DO CAFÉ DO FEIRANTE, FEITO EM CONJUNTO COM O AIA ARQUITETOS, REPRESENTADO PELO ARQUITETO FERNANDO RAMOS.

O PROJETO REMETE ÀS MERCEARIAS E EMPÓRIOS E FOI EXECUTADO COM MATÉRIAIS RÚSTICOS E TÉCNICAS ANTIGAS: TIJOLO À VISTA, SOLEIRAS E PINGADEIRAS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS, CALÇADA EM PETIT PAVET BEGE COM APLICAÇÃO DA LOGOMARCA, PISO D CIMENTO QUEIMADO BEGE - INATADO - E FORROS EM GESSO E MUXARABI EM MADEIRA.

É UM ÓTIMO LOCAL PARA SE TOMAR UM CAFÉ.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

PORTFOLIO b-r arqui-design ALKAPARRA


PROJETO ESTUDO PRELIMINAR NOVA SEDE DA ALKAPARRA
LUCAS FUNARI

ECO-DESIGN com HÍFEN

"Ecodesign" é um conceito que surgiu junto com os conceitos de sustentabilidade e agenda 21, durante a ECO-92 no RJ.
Surge como resposta consciencial ao modo de produção em voga até aquele momento.
Ecodesign é o processo que contempla todos as fases do ciclo de vida de um determinado produto, desde a captação da matéria prima até seu eventual descarte ou reutilização. Objetiva a diminuição do impacto ambiental em todo o ciclo de vida, minimizando resíduos e eficiência dos recursos naturais e energéticos. Quando este conceito é aplicado em todas as fases do ciclo de vida de um determinado produto é dito que o produto e o processo de produção são ecoeficientes.
A ecoeficiência é a estreita ligação que deve existir entre eficiência dos recursos (que leva à produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Assim, a ecoeficiência tem também um sentido de melhoria econômica das empresas, pois eliminando resíduos e usando os recursos de forma mais coerente, empresas ecoeficientes podem reduzir custos e tornarem-se mais competitivas!
As empresas que objetivarem a ecoeficiência de seus produtos só tendem a crescer pois nossos recursos naturais estão cada vez mais caros e escassos.
A empresa GUETO Ecodesign de Produtos http://www.gueto.com.br/home.asp não apenas saiu na frente como registrou a palavra ECODESIGN.
Ficando para nós, arquitetos e designers, a liberdade de fazer "ecodesign" sim, mas com outo nome e o mesmo conceito: ECO-DESIGN.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

ínicio de uma vida nova

À partir de hoje, após uma conversa construtiva com o Will, meu aluno de Eco-design, resolvi criar este blog!
Pretendo criar vida, com alguns textos e imagens!
um grande abraço à todos!
Rafael